Apareçam, venham comemorar com a gente. Venham brindar a mais nova e uma das mais importantes conquistas dessa experiência maluca. Apareçam de Belo Horizonte, apareçam do Rio de Janeiro, apareçam de Brasília, apareçam de Goiânia, apareçam de Vitória, apareçam de Eunápolis. Apareçam das cidades americanas de Connectcut, Miami e Port Saint Lucie. Apareçam do velho continente: Malaga na Espanha, Milão e Torino na Itália, Estrasburgo na França. Apareçam e, se for possível, deixem um recadinho. Eu adoraria conhecer um pouco de pessoas que já me conhecem demais. Não deixem de aparecer por nada porque hoje, chegamos aos 100.
Isso mesmo minha gente. O Histórias da Viagem que Eu Nåo Fiz também é centenário. Até aqui foram 100 dias de história. Umas emocionantes, outras engraçadas. Algumas tristes, muitas outras felizes demais. De um em um eu fui contando os dias e eles se transformaram em histórias para contar. De um em um pareciam tão poucos e, agora já são 100.
100 dias de saudade.
100 dias de coração apertado.
100 dias de nó na garganta.
100 dias de lágrimas nos olhos.
100 dias de lembranças.
100 dias de suor frio.
100 dias sem sono.
100 dias de vontade.
100 dias vendo Meu Amor todos os dias.
100 dias de coração aliviado.
100 dias de conversas lindas, falando e ouvindo tudo o que eu sempre precisei ouvir.
100 dias de brilho nos olhos.
100 dias que vamos lebrar para sempre.
100 dias suando a camisa.
100 dias de sonhos.
100 dias de realizações.
100 dias para subtrair dos cento e poucos que afastaram a gente. 100 dias que deixaram as mais certas certezas que eu tenho aqui, no meu coração. A certeza que a amo mais que tudo, a certeza que vou lutar pela felicidade dela para sempre. A certeza que nada nem ninguém, nunca vai nos separar. Nem por um dia.

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